Problemas e tratamentos dermatológicos para cães

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Nossos cães não são capazes de nos dizer o que está acontecendo com eles, sendo assim, cabe a nós, tutores, identificar problemas antes que eles sejam sérios. Sinais como coceira, perda de pelo, vermelhidão na pele devem ser motivos de preocupação.


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Problemas dermatológicos são inúmeros e variam de micoses até alergias a alimentos. Sendo assim, para que você entenda o que está acontecendo com o seu amigo peludo, separamos os principais distúrbios de pele que pode acometê-lo.

Curioso para saber mais sobre isso e os tratamentos para essas questões? Continue lendo esse texto e descubra!

Os principais problemas de pele e seus tratamentos

1 – Dermatites

As dermatites talvez sejam uma das condições mais comuns em cães, principalmente porque elas podem se manifestar por diversos motivos. A principal manifestação de todos os tipos de dermatites é justamente a coceira que leva a quadros de perda de pelo, descamação da pele e formação de feridas.

Os tipos de dermatite são: atópica, por picada de parasitas, por alergia alimentar, por lambedura, de contato e algumas outras causas.

Aqui é indeterminado ao que o animal tem alergia, simplesmente surgem inflamações na pele que coçam bastante e até mesmo em locais como no ouvido, causando infecções.

Ao longo do desenvolvimento da condição alérgica, a coceira causa lesões na pele, perda de pelo e contribui para o desenvolvimento de condições secundárias como infecções bacterianas e fungais.

O primeiro passo para restaurar a qualidade de vida do cachorro nesses casos é retirar o motivo da sua alergia do seu ambiente. Uma consulta ao veterinário e ele poderá determinar quais são os alérgenos que deixam o seu pet dessa forma.

apoquel

Após isso, o controle com medicamentos também pode ajudar. O Apoquel é um medicamento que não é classificado como um anti-histamínico ou corticóide, é uma nova classe de medicamentos que são seguros a curto e longo prazo.

2 – Sarna

A sarna é uma condição causada por um ácaro, bastante semelhante aquele que vive em nossos lençóis, contudo, de outra espécie. Ele se aloja na pele do cachorro e pode ser de 2 tipos:

1)    Sarna demodécica

Também conhecida como sarna negra, são causadas por ácaros que normalmente vivem na pele do cachorro, contudo, ao perder o controle e se reproduzirem em excesso causam a doença.

Pode ser localizada ou generalizada, sendo a primeira mais simples de tratar e acometendo principalmente pescoço, cabeça e membros anteriores. A pele fica escura e espessa e não coça.

Por outro lado, a versão generalizada se espalha por todo o corpo e causa muita coceira, sendo a versão mais grave da doença.

2)    Sarna Sarcóptica

Essa versão da doença é considerada uma zoonose pois pode ser transmitida para humanos. Ela causa coceira, formação de crostas e cascas, perda de pele, formação de feridas e o desenvolvimento de infecções oportunistas.

O tratamento para ambos os cenários é com cremes acaricidas e, em casos mais graves, administração de medicamentos orais e injeções. É importante salientar que o animal deve ser isolado para que não contamine outros cães.

3 – Micoses

As micoses em cães podem ser superficiais ou profundas e existem uma infinidade de fungos que podem afetar os nossos pets. Podem ser limitada a pele ou mesmo aprofundar-se nos tecidos e chegar ao sistema nervoso.

Sendo assim, micoses também devem ser motivos de preocupação dos tutores. Não somente, grande parte também são consideradas zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para humanos.

Alguns dos sintomas são lesões na pele, perda de pelo, descamação ou formação de crostas na pele, odor proveniente das feridas, coceira, irritabilidade e amplo desconforto.

Evitar esse problema de pele é uma tarefa relativamente simples, oferecendo uma alimentação balanceada, tendo todas as vacinas em dia, realizar a higiene apropriada do animal e manter a distância de ambientes sujos e úmidos certamente já faz milagres.

O tratamento se dá através de shampoos, cremes e pomadas especiais para esse fim, em alguns casos, suplementação também é indicada.

Neste caso, também é importante isolar o animal para evitar contágio.

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