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Após perder filha, pai cria robô que pode salvar até 10 mil brasileiros por ano

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A  bebê Laura nasceu prematura e foi uma jornada de 18 dias internada na UTI Neonatal de um hospital em Curitiba, a sepse, conhecida como infecção hospitalar, mudou para sempre o rumo da vida de Laura, de seu pai e de muitas pessoas.

A bebê não sobreviveu, e seu pai, Jacson Fressatto, motivado pela revolta, a angústia e a impotência, mudou pra sempre sua história com final feliz para muitas pessoas.

Transformou o sofrimento, em motivação para mudar e evitar que outras pessoas morressem da mesma forma que sua filha. “Eu sei que a Inteligência artificial pode evitar que outros pais passem pelo que passei, porque não usar como aliada?” comenta ele.

Com o nome de Laura, ele criou um robô cognitivo gerenciador de risco. Hoje, dois anos após sua criação, o robô salva uma vida por dia e está presente em cinco hospitais. O software, lê informações dos pacientes e emite alertas a cada 3,8 segundos à equipe médica, ele monitora os riscos de infecção generalizada.

Hoje, o arquiteto de sistemas é convidado para dar palestras em todo o Brasil sobre a tecnologia que criou e sua história de superação, falando como mantém a filha viva para sempre salvando milhares de vidas.

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A Laura atua integrado a ambientes de dados, que são coletados e organizados de modo a executar cálculos complexos para comparar resultados com faixas de probabilidade para concluir com precisão sobre as condições favoráveis ou não de risco.

O robô possui microserviços, que são pequenos softwares ou motores, com execução permanente  e autônomos entre si, os 263 motores são análogos aos órgãos e sistemas do corpo humano.  Ele é cognitivo, e por isso o robô aprende, baseado em inteligência artificial, a Laura utiliza inúmeras tecnologias e duas delas merecem destaque : Cognitive Computing e Machine Learning.

Nos hospitais, atua na identificação precoce dos riscos de infecção hospitalar, a sepse. Ativa desde 2016, a Laura já conectou cerca de 1,2 milhão de pacientes e reduziu em média 9% a incidência de casos de infecção hospitalar. Além de salvar pelo menos 10 vidas por dia, o robô otimiza tempo e recursos em saúde.

A  inteligência artificial, pretende transformar a sociedade profundamente, nos próximos anos os  sistemas inteligentes irão se adaptar a diferentes cenários, fornecendo dados relevantes e executando ações automaticamente, uma revolução, os computadores serão integrados em diferentes atividades — educação, ciências, finanças e medicina. Proporcionando uma vida mais eficiente e saudável em todos os sentidos.

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