Superalimentos que você deve conhecer em 2020

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Os superalimentos já ganharam seu espaço no mercado global, sobretudo, com o crescente consumo consciente de alimentos, aliado à busca incessante por produtos saudáveis.


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O termo “superalimento” significa que o alimento é rico numa variedade de nutrientes essenciais benéficos à saúde e proporcionam melhor qualidade de vida e bem estar. Estes alimentos contribuem na prevenção de doenças, podendo ser poderosos antioxidantes, que combatem os radicais livres e retardam o envelhecimento de órgãos e tecidos. Atuam também na pele, controlam pressão sanguínea, níveis de colesterol e diabetes e até proporcionam ganho de massa muscular.

Os superalimentos previnem, transformam, recuperam o organismo e melhoram o metabolismo corporal, pois possuem grande concentração de proteínas, vitaminas, fibras, antioxidantes e outros nutrientes importantes para uma alimentação super saudável.

Nesta nova década, os superalimentos conquistarão ainda mais consumidores, principalmente estes 6 superalimentos que você verá em todo o mundo em 2020.

  1. Adaptógenos

Adaptógenos

Ansiedade, nervosismo e estresse parecem ter se tornado o mal da vida agitada contemporânea. Os impactos negativos do atual estilo de vida podem ser minimizados com o uso de adaptógenos, que são uma nova classe de ervas que contribuem positivamente à adaptação de nosso organismo ao estresse crônico em longo prazo.

São considerados alimentos adaptógenos aqueles que aumentam a resistência do organismo contra agressões de natureza física, química ou biológica, de forma não específica; não possuem toxidade e não influenciam negativamente as funções normais do organismo e apresentam influência normalizadora, independentemente de quais sejam as mudanças nos parâmetros fisiológicos. Dentre estes alimentos, destaca-se o Ginseng (Panax ginseng L.), a Rodiola (Rhodiola rosea L.) e o Eleuterococo (Eleutherococcus senticosus Maxim).

  1. Chlorella

Chlorella

A Chlorella é um superalimento proteico completo, pois possui os nove aminoácidos essenciais: Fenilalanina, Histidina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Treonina, Triptófano e Valina. Além disso, é rica em vitamina B12, outras vitaminas, minerais e antioxidantes. Esta super alga também pode ajudar a manter o cérebro em pleno funcionamento, e reduzir os riscos de anemia.

A Chlorella geralmente é consumida na forma de pó, que pode ser adicionado a saladas, sopas e molhos. Mas também pode ser encontrada na forma de comprimidos ou cápsulas.

  1. Cacau Cru

cacau cru

Que o chocolate faz bem, não é novidade. Contudo, o Cacau Cru está sendo adotado como uma nova maneira de angariar mais benefícios à saúde, incluindo o chocolate amargo. O cacau cru é riquíssimo em antioxidantes, incluindo flavonóides e polifenóis, apresenta proteínas e fibras e é potencial fonte de magnésio e ferro, podendo melhorar até seu humor.

Em 2020, o chocolate amargo e o cacau cru continuarão a ser adotados como alimento natural e superalimento. Para colher as vantagens do seu consumo, é necessário ingerir chocolate amargo 70% ou, se conseguir ir mais adiante, 100%. Outra forma de consumo, é a adição de cacau cru em receitas, como smoothies.

  1. Prebióticos

Prebióticos

Essenciais à saúde intestinal, os prebióticos consistem em fibras vegetais indigestíveis que servem como precursores necessários dos quais os probióticos (microrganismos intestinais desejáveis) se alimentam, beneficiando o indivíduo hospedeiro. Chicória, aspargo, alho, aveia e alguns outros vegetais, ervas e grãos são fontes naturais de prebióticos.

Acredita-se que estes alimentos tenham efeitos benéficos à saúde, como redução do colesterol, diminuição do risco de câncer de cólon e pode exercer papel importante no controle da pressão arterial.

  1. Fibra

Indiscutivelmente, alimentos com fibra de qualidade são super positivos ao equilíbrio metabólico do organismo. A ingestão adequada de fibras assegura movimentos intestinais regulares (vitais para a saúde em geral), alimenta as bactérias benéficas no intestino e contribui na regulação do açúcar no sangue.

As principais fontes de fibra são cereais, grãos, frutas e legumes. Podendo ainda ser subdivididas em fontes de fibras solúveis (aveia, milho, banana, maçã, ervilha, abobrinha, cenoura, linhaça, chia, coco) e fibras insolúveis (lentilha, soja, cereais integrais, centeio, brócolis, dentre outras).

  1. Licores de Ervas ou Raízes Amargas Digestivos

Os licores de ervas e/ou raízes amargas já são celebrados no mundo dos coquetéis, entretanto, agora pode-se pensar em seu consumo como potencializadores do sistema digestivo.

Os licores digestivos estimulam as enzimas digestivas do próprio organismo, preparando-as para decompor os alimentos adequadamente, reduzindo a produção de gases e inchaços, permitindo maior absorção de vitaminas, minerais e outros compostos benéficos à saúde.

A forma mais comum de consumo desses fitoterápicos é na forma líquida ou spray. Todavia, é possível também consumí-los na forma de chás de ervas em sua rotina diária. Os mais comuns são à base de camomila, raiz de dente de leão e bardana.

Numa visão global, a maioria dos superalimentos são naturais, e não são todos necessariamente caros. Os superalimentos podem estar acessíveis a todos os gostos e bolsos, contudo, o consumo destes deve constituir hábito, uma vez que o simples consumo único ou irregular pode não promover os benefícios propostos à saúde.

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