Dica de Filme: A sociedade literária – O poder da leitura!

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No final de semana, eu estava navegando pelo insta quando uma amiga me chamou no direct pra compartilhar comigo um filme que havia acabado de entrar na Netflix e que ela havia amado a história, era o filme . A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata.

Como sempre, assim que recebi a recomendação tratei logo de guardar essa informação, afinal, dica de filme é sempre bem vinda.

O que eu não esperava era me apaixonar tanto pela história, pelos seus personagens e pela cenografia que compõe aquela majestosa obra. O filme é uma adaptação da obra literária escrita pelas autoras Mary Ann Shaffer e Annie Barrows publicado em 2008. O título original em inglês leva quase o mesmo nome do filme, “The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society”.

Na adaptação, Lily James é Juliet Ashton uma jovem escritora com um enorme potencial que vê a sua criatividade e imaginação bloqueada após a segunda guerra mundial. Ela se sente de certa forma ansiosa pra ajudar de alguma forma aqueles que tiveram as suas vidas devastadas pela guerra mas não sabe exatamente por onde começar.

Um dia, ela recebe uma carta de um homem chamado Dawsey Adams membro de uma sociedade chamada “Sociedade literária e a torta de casca de batata”. Na carta, Dawsey descreve que a sociedade foi criada durante a ocupação nazista, por uma mulher chamada Elizabeth McKenna e que está localizada na ilha de Guernsey, uma pequena ilha entre a Inglaterra e a França que foi severamente afetada pela guerra. Na carta, Dawsey também revela que ficou sabendo de sua existência através do livro escrito por ela. Livro este que foi lido e discutido por ele e por seus companheiros em uma das reuniões da sociedade.

Com a troca das cartas entre ela e Dawsey, Juliet fica cada vez mais interessada em conhecer de perto essa história e acredita que essa é a sua chance de quebrar o bloqueio e voltar a criar histórias que encantem os seus leitores. Após convencer o seu editor e melhor amigo, Sidney e de se despedir do seu futuro marido Mark, ela embarca no navio em direção a Guernsey e seus misteriosos habitantes.

Chegando na ilha, uma surpresa. Nem todos os membros da sociedade estão confortáveis em vê-la por ali. Ela se sente um pouco desconfortável, não sabe exatamente o porquê, mas a sua curiosidade fala mais alto e ela acaba descobrindo que a fundadora da sociedade foi levada pelos alemães em circunstâncias misteriosas e agora ela está determinada a desvendar o mistério que envolve o desaparecimento de Elizabeth.

A história é linda, romântica, bem humorada em alguns momentos emocionante em quase todo roteiro. E se torna ainda mais mágica ao abordar o poder da leitura. No momento em que aqueles personagens viviam o terror da guerra diariamente, eles encontraram nos livros um refúgio e se viram vivos no meio do caos.

É uma mensagem linda que com certeza merecia ser reproduzida em filme e foi feito de uma forma encantadora.

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