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Hábitos estranhos de grandes gênios

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Historias com cientistas loucos são encontrados as centenas, mas o porque dessa fama ?. Muitas gente deve achar que isso não passa de um invenção de desenhos animados e filmes, mas a verdade é que muitos gênios da humanidade tinham hábitos poucos convencionais e alguns quase perderam a vida por conta disto.

Isaac Newton quase ficou cego fazendo experimentos

Isaac Newton, quase ficou cego para provar sua teoria.

Antes dos trabalhos de Isaac Newton com a Óptica Física, acreditava-se que a cor era um mero efeito da pressão no nervo óptico. Para provar, ou derrubar tal teoria, Newton enfiou várias vezes um palito pontiagudo abaixo do olho, tentando pressionar o nervo ótico para ver o efeito disso. Não satisfeito, passou longos momentos olhando diretamente para o Sol. Depois piscava os olhos para ver os efeitos das cores resultantes dessa ‘experiência’. Resultado: teve cegueira temporária e só voltou ao normal após passar três dias em um quarto escuro.

Salvador Dali cochilava com uma chave nas mãos

O pintor surrealista espanhol Salvador Dalí é famoso por ter ostentado sua personalidade excêntrica para todo o mundo. Dali era um gênio até na hora de cochilar. Com uma chave na mão, sentado numa cadeira, ele deixava seu braço balançar sobre uma placa de metal. No momento em que o sono estivesse tomando conta dele, a chave cairia de sua mão, batendo na placa e produzindo um barulho alto o suficiente para despertá-lo. “Nem um segundo a mais é necessário para que sua mente e seu corpo estejam revigorados após a quantidade certa de repouso”, escreveu Dali. Utilizando da hypnagogia, estado entre estar acordado e dormindo, Dali era capaz de deixar sua mente mais solta e, assim, ter ideias.

Nikola Tesla

Tesla e a Bobina de Tesla

Tesla conseguia memorizar livros inteiros, tinha alucinações e via clarões de luz que o cegavam. Podia visualizar suas futuras invenções apenas com a mente, falava sete línguas estrangeiras, era celibatário e tinha certa aversão a pessoas obesas. Ele era reconhecido por fazer demonstrações artísticas, agindo quase como um mágico. Recusava-se a palestrar se não tivesse sua bobina emitindo raios pela sala.

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Demóstenes discursava com pedras na boca e cortava seu próprio cabelo

De acordo com o historiador grego Plutarco, o famoso orador e político Demóstenes nem sempre foi bom em discursar e, na primeira vez em que discursou, tudo que conseguiu foi arrancar risadas do público (não, não era um stand-up!). Mas, após ser encorajado por um um amigo próximo, ele começou a praticar, falando com pedras na sua boca e treinando em uma sala subterrânea todos os dias. Lá, ele raspava um lado inteiro do seu cabelo, para evitar sair antes, com medo de virar alvo de piadas.

Igor Stravinsky ficava de cabeça para baixo

Igor Stravinsky, compositor russo-americano, mais notável por suas peças para balé, admitiu que todos os dias praticava um exercício ensinado a ele por um ginasta húngaro: ficar de cabeça para baixo. Mason Currey explica em seu livro, Rituais Diários, que Stravinsky fazia isso para limpar sua mente. Descobriu-se depois que realmente existem diversos benefícios gerados por períodos nessa posição, como o aumento da circulação e a detoxificação das glândulas adrenais.

Written by Leandro Isola

Criador do Porta Elos, formado em Gestão de TI e pai do João Olavo. É apaixonado livros e boa informação.

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