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Eletrikus brasiliensis um futuro para a eletricidade?

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O eletrikus brasiliensis é um ser, muito parecido com um esquilo, mas de tom amarelado e é capaz de gerar energia através do movimento do seu corpo.Mas essa geração de energia não exclusiva do eletrikus brasiliensis. Peixes também geram eletricidade um deles é o Poraquê da Amazônia (Electrophorus electricus), com suas 800 eletroplacas, gera uma descarga de até 800 Volts.

Mas onde se originava essa eletricidade animal?

De um órgão especial – formado por um grupo de músculos (diferente para cada espécie) chamados eletroplacas – que, em vez de se contrair, produziam eletricidade.

Poraquê Amazonico

Com o aperfeiçoamento dos aparelhos de medição, descobriu-se que, na realidade, todas as células vivas, animais ou vegetais, produzem quantidades mínimas de eletricidade. Mas os músculos evoluídos dos peixes elétricos produzem milhões ou bilhões de vezes mais eletricidade que os músculos normais. Estes órgãos evoluíram para ser, de fato, pilhas químicas vivas.
Quando o peixe quer dar uma descarga, seu cérebro envia uma ordem às eletroplacas, através de um nervo ramificado. Assim que a ordem nervosa chega às eletroplacas, uma substância química, o ATP (Adenosin Trifosfórico) se decompõe, permitindo a libertação de uma enormidade de elétrons livres que fluem como uma corrente para fora do animal.

De modo geral, os peixes elétricos são quase todos lerdos e dependem de sua descarga para caçar e se defender. Eles próprios são pouco sensíveis à eletricidade. Mesmo entre os seres humanos há os que resistem melhor à descarga elétrica que outros. Conhece-se um pequeno número de pessoas que receberam descargas mortais sem sofrer dano algum. Não temos, entretanto, nenhuma explicação para esse fenômeno.

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