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Letra feia pode ser sinal de mais problemas, conheça a disgrafia

Nem sempre é desleixo ou preguiça!

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A letra feia, característica recorrente nos cadernos de muitas crianças, pode indicar a presença de um transtorno denominado disgrafia. Mas calma.

Não é todo mundo que tem letra feia que apresenta esse transtorno. Ainda mais atualmente quando consideramos que nossas crianças usam cada vez mais dispositivos eletrônicos para escrever do que o caderno e caneta propriamente ditos.

Fora isso, já faz um bom tempo que caligrafia deixou de ser ensinada nas escolas!

O que é disgrafia

letra feia

Em linhas gerais chamamos disgrafia o transtorno da escrita cujas origens sejam funcionais. As causas podem ser várias, mas entre as principais estão: neurológica, audiológica, oftalmológica e até psicológica.
É devido a fatores relacionados a essas áreas que o indivíduo apresenta certa dificuldade para coordenar a letra na escrita. Em outras palavras, é por isso que ele tem letra feia!

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Principais características da disgrafia:

• Letra ilegível;
• Lentidão para escrever;
• Irregularidade na escrita: em alguns casos as letras são bem marcadas e fortes no papel enquanto que, em outros, são muito leves;
• Falta de orientação: isso pode ser percebido especialmente na dificuldade que o indivíduo tem para respeitar a margem da folha. Em determinadas situações ele interrompe a escrita muito antes dela ou acaba ultrapassando-a.
• Espaços irregulares entre letras, palavras e linhas.
• Escrita irregular: grande demais ou pequena, comprida ou curta etc.

É importante salientar que a pessoa portadora desse transtorno não apresenta uma única característica e sim um conjunto delas.

Há dois tipos de disgrafia:

A Disgrafia Motora ou Discaligrafia onde a criança fala e lê, mas tem problemas na coordenação motora e não consegue reproduzir o que vê na forma gráfica. Ou seja, ele vê o número ‘5’ e escreve um ‘S’ por exemplo.

O segundo tipo é a Disgrafia Perceptiva. Aqui a situação é mais complexa uma vez que apresenta algumas características que remetem a Dislexia. Mas vale lembrar que esta última é associada a leitura e não a escrita.

O que acontece é que a criança não consegue ligar o símbolo com a grafia que está associada a sons, palavras e frases.

Existe tratamento?

Sim. Geralmente ele é feito por um psicopedagogo que avalia as causas e fatores ligados a disgrafia para depois trabalhar em cima delas. O tratamento, além do atendimento psicopedagógico, pode envolver também uma estimulação lingüística global.

Por fim fica o aviso: A disgrafia não indica falta de inteligência. Ela não impede e muito menos provoca obstáculos para o desenvolvimento intelectual da criança em seu processo de aprendizagem.

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