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5 verdades que estão escondendo de você

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Desde o salário que você ganha até a comida que come, existem segredos que as empresas e o governo preferem que você não conheça. Saiba 5 desses segredos :

Existe pedaços de inseto na sua comida

É praticamente inevitável que, ao longo de todas as etapas de produção de um alimento industrializado (colheita, processamento, embalagem, etc), ele acabe sendo contaminado por fragmentos de inseto. Tanto é que, no ano passado, a Anvisa publicou uma Consulta Pública para debater limites toleráveis para eles. O documento sugere o seguinte: máximo de 10 fragmentos de inseto a cada 100 g de molho de tomate ou 100 g de chocolate, e até 60 pedaços de inseto em 25 g de café torrado. O padrão ainda está sendo estudado. “Hoje, a legislação brasileira não aceita nenhum pedaço de inseto na comida”, informa a Anvisa. Mas os insetos na comida são uma realidade – e você já deve ter ingerido centenas de fragmentos deles sem saber.

Comer pão torrado é perigoso

pão torrado

Quando alimentos ricos em amido, como pão e batata, são expostos a temperaturas altas, acima de 120 graus, produzem acrilamida: um composto que está relacionado à incidência de câncer. Os estudos com a substância foram realizados em ratos, e não há provas conclusivas de que ela provoque tumores em humanos. Mas a acrilamida é considerada uma questão séria pela OMS e pelas autoridades de saúde da Europa e dos EUA, onde até já surgiu uma solução tecnológica para o problema: uma enzima artificial, desenvolvida pela empresa de biotecnologia Novozyme, que poderá ser adicionada às batatas durante a fritura e reduz em 50% a formação de acrilamida. Enquanto ela não chega ao mercado, a recomendação é evitar que a comida seja exposta a altas temperaturas. Regule a torradeira para a potência mínima, e não deixe a batata fritar até ficar amarronzada. “Os alimentos que adquirem um tom escuro ou que queimam durante o preparo têm mais chance de conter acrilamida”, diz o médico nutrólogo Maximo Asinelli.

O salmão que você come nem sempre é salmão

truta salmonada.
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truta salmonada.

Pode ser outra coisa: truta salmonada. A truta e o salmão integram a família dos salmonídeos e têm gosto bem parecido – só que a truta é mais barata. Por isso, há produtores que dão às trutas uma ração aditivada com corante, para que elas fiquem rosadas, visualmente idênticas ao salmão. Se a truta for consumida na forma de sushi, cortada e misturada com shoyu, é muito difícil notar diferença no sabor. O próprio salmão também é alimentado com corantes – porque, como é criado em cativeiro, não tem acesso aos crustáceos dos quais se alimenta na natureza, e que dão a ele sua cor rosada natural. “Os criadores colocam na ração os pigmentos astaxantina e cantaxantina, que podem ser sintéticos ou extraídos de algas”, afirma o engenheiro de alimentos Cláudio Lima.

O mundo dos peixes, aliás, está cheio de pegadinhas. O linguado geralmente não é linguado, e sim merluzão, e o badejo na verdade é abadejo – mais barato e importado da Argentina. “Os restaurantes fazem de tudo, pois ninguém sabe o que come”, revela o chef de um restaurante de São Paulo, que prefere não se identificar.

Você só recebe 7 meses de salário por ano

salario

É isso aí: 5 dos seus 12 salários nunca chegam ao seu bolso. Vão inteirinhos para o governo. Um brasileiro que ganha R$ 3 mil por mês destina 40,98% desse dinheiro para pagar impostos e contribuições que incidem sobre a renda (como IRPF e INSS), o consumo (ICMS, PIS, COFINS, ISS…) e o patrimônio (IPVA, IPTU, ITR…). O cálculo é do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Entre os países analisados, só a Suécia impõe uma carga tributária maior. “A diferença é que a Suécia oferece serviços públicos de qualidade”, diz João Eloi Olenike, presidente do IBPT.

Coca e Pepsi contêm um ingrediente polêmico

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A Coca-Cola nega qualquer risco, mas decidiu mudar sua fórmula, na Califórnia, para diminuir o 4-MI e satisfazer a lei. No Brasil, a fórmula não será alterada. A empresa diz que o uso do corante observa os critérios da Anvisa e não traz risco. “A quantidade de 4-MI ingerida pelo consumo de refrigerantes não é significativa”, afirma. A PepsiCo também diz que não há problema. “Não há evidência científica de que o composto 4-MI em alimentos ou bebidas traga risco”, afirma. A Anvisa segue a mesma linha. “O consumo diário de 1 litro de refrigerante de cola resultaria na ingestão de 1,2% do total aceitável para um adulto.”

Segundo estudos publicados em 2007 pelo governo dos EUA, a substância metil imidazol (4-MI) está ligada ao aumento no risco de câncer. Ela é utilizada na fabricação de medicamentos, tintas e produtos agrícolas e também está presente em alguns refrigerantes – pois é um subproduto do corante caramelo IV, usado em bebidas. Segundo uma análise do Centro para a Ciência no Interesse Público (CSPI), dos EUA, uma lata de Coca-Cola brasileira tem 267 microgramas de 4-MI. É 66 vezes mais do que a Coca da Califórnia – e 9 vezes acima do limite estabelecido pelo governo de lá.

Com informações da Revista Super Interessante

Written by Andreia Landa Pandim

Uma pessoa que ama viver, mas que sempre precisa dos outros para ser feliz

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