A nova revolução dos computadores

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Os computadores dotados de inteligência artificial já fazem parte do cotidiano de nossas vidas e ainda eles vão conversar com você, é a nova revolução.

O desenvolvimento de um cérebro eletrônico provocará uma revolução na sociedade que, fatalmente, transformará as pessoas em escravas da tecnologia, dependentes de sistemas autônomos e independentes, habilitados a tomar decisões sem nenhuma interferência humana. Em determinado momento, será impossível diferenciar homens e robôs, que passarão a interagir como seres semelhantes. Mas calma não há risco de uma guerra destrutiva entre homens e robôs, pelo menos ainda.

Silenciosamente, os computadores estão assumindo papéis que antes eram exclusivos de gente de carne e osso. Hoje eles atuam como vendedores, seguranças, operadores da bolsa de valores e estão muito perto de dar um passo definitivo em direção à humanização: as máquinas vão conversar com os seres humanos. Mas calma: não seremos subjugados por criaturas de silício. Apesar de ainda pouco perceptível, essa revolução das máquinas é promovida e controlada pelas pessoas.

Empresas de diversos setores utilizando inteligência artificial para tornar suas operações mais eficientes ou transformando os cérebros digitais em seu próprio negócio.Um exemplo é a brasileira Buscapé, que atua no setor de comércio eletrônico. “Nossa primeira experiência com inteligência artificial foi em 2007”, afirma Romero Rodrigues, fundador da empresa. Na época, o Buscapé, que oferece um serviço de comparação de preços, queria entender por que muitos dos seus clientes simplesmente desapareciam. “Percebemos que a maior parte dos varejistas online morria por causa das fraudes”, diz Rodrigues. A partir dessa constatação, a companhia passou a adotar um sistema inteligente capaz de entender como cada consumidor se comporta e identificar rupturas, que podem indicar operações fraudulentas.

Após o sucesso da ação, o Buscapé adquiriu, de uma só vez, três start-ups especializadas em inteligência artificial. Hoje, o conceito é a base principal da estratégia do Buscapé. Essa tecnologia passou a ser utilizada não somente na detecção de fraudes, mas também para melhorar as vendas das companhias de varejo eletrônico. Uma das empresas do grupo, a eBehavior, oferece sistemas que atuam como vendedores. Eles são capazes de identificar os clientes, aprender com suas compras e oferecer produtos relevantes para cada consumidor. Tudo isso sem nenhuma ajuda humana. Softwares semelhantes também são utilizados pelas americanas Amazon, maior varejista online do mundo, e Netflix, locadora virtual de filmes na internet.

Em Campinas, outra start-up, a LedFace, quer revolucionar as pesquisas na internet. A companhia desenvolveu um sistema que, diferentemente dos buscadores tradicionais, traz apenas uma resposta para cada pesquisa. Como ele consegue? Perguntando para as pessoas certas. “O Google e outros buscadores falham quando deparam com perguntas subjetivas”, afirma Horacio Poblete, um dos fundadores da LedFace. “Isso porque o conhecimento prático está na cabeça das pessoas, e não na internet.” O LedFace utiliza os conceitos de inteligência artificial e coletiva. Ao receber uma pergunta, o software analisa o conteúdo e direciona o questionamento para pessoas já familiarizadas com o assunto. O resultado é que, no lugar de uma série de respostas, muitas vezes irrelevantes, o usuário recebe apenas uma com o que interessa.

Com informações da Istoé

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1 comentário
  1. @erexim Diz

    Com certeza tudo o que vc comentou já é esperado.
    A passo que as coisas andam novos avanços estão não
    só facilitando nossa vida, mas também assumindo papéis
    cada vez mais “ousados”.

    E se houver uma guerra, ficamos tranquilos
    Jonh Connor voltará.
    😀

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