Empresa recebe autorização para tentar ressuscitar 20 mortos

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A Bioquak, uma empresa americana de biotecnologia conseguiu o aval para dar início a um procedimento de tentar ressuscitar 20 pessoas mortas.


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O projeto, denominado ‘ReAnima’, quer reanimar pacientes considerados clinicamente mortos e que dependem de aparelhos para manter as funções vitais. A Bioquak pretende usar células tronco, estimulação de nervos e outras técnicas para tentar reverter o quadro.

“Para empreender uma iniciativa de tamanha complexidade estamos combinando ferramentas de medicina regenerativa biológica com outros dispositivos médicos tipicamente usados para estimular o sistema nervoso central em pacientes com outras desordens severas de consciência”, explica o doutor Ira Pastor, CEO da empresa.

A empresa investiga se os corpos que ainda possuem alguma atividade cerebral e fluxo sanguíneo, apesar de terem a morte cerebral decretadas, ainda conseguem reestimular. O CEO da emprea acredita que os primeiros resultados devem ser vistos nos primeiros dois ou três meses. “Isso representa a primeira tentativa do tipo e outro passo em direção a um eventual [processo de] reversão da morte”, comentou o presidente da empresa, Ira Pastor.

Os corpos das pessoas serão mantidos conectados a aparelhos para garantir que o corpo continue com suas funções normais, enquanto os pesquisadores realizam diversas terapias que buscam recuperar a atividade cerebral.Enquanto isso, os sinais cerebrais serão monitorados por meio de equipamentos que mapeiam as atividades do órgão com imagens, buscando por qualquer sinal de regeneração – principalmente na parte do cérebro que controla a respiração e o batimento cardíaco.

“Acreditamos que estamos muito perto de um ponto em que a barreira entre um coma e o coma irreversível ou morte cerebral se tornará mais flexível, e esperamos ter mais perspectivas promissoras em 2017. Entre 50.000 e 150.000 pessoas morrem diariamente não por envelhecimento, mas por vários traumas agudos que levam à morte cerebral. Pensamos que essa pesquisa terá um grande impacto”, disse Ira Pastor, ao MailOnline.

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