O computador esta morrendo.

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O Brasil entra oficialmente na era dos tablets e a partir de deste mês a coreana Samsung deve ser a primeira, ao lançar o Galaxy Tablet, que roda o sistema operacional Android, do Google. O iPad deve chegar logo em seguida.


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Com mais de 30 anos de vida (e de bons serviços prestados), o PC está com os dias contados para os tablets. E no Brasil, com o lançamento do Galaxy Tab, da Samsung. Apple, Dell, ZTE, Huawei, Cisco, Awaya e HP que prometem seus produtos para os próximos meses, iremos comerçar a ver no Brasil esta mudança  de habito.

Funcionários da da Galderma, líder mundial em dermatologia e está presente em 70 países. Na semana passada, 120 funcionários da Galderma foram às ruas com seus tablets e se transformaram na primeira força de vendas do País a usar o equipamento da Apple de forma corporativa. Agora, quando visitam médicos, esse exército de homens e mulheres de iPad faz a demonstração técnica dos produtos no aparelho que mede 24 centímetros de altura por 18 centímetros de largura, pesa 680 gramas e tem espessura de apenas 1,3 centímetro.

“Agora, consigo atualizar o meu material promocional em apenas um dia. Antes, demorava 40 dias”, afirma Juan Carlos Gaona, CEO da Galderma do Brasil. “É uma enorme vantagem sobre os meus concorrentes.” O batalhão de iPads da Galderma é o símbolo de uma grande transformação no setor de tecnologia.

Mas não se preocupe que apesar disso, os PCs não vão deixar de existir. Suas vendas globais, inclusive, crescerão vagarosamente nos próximos anos, chegando a mais de 500 milhões de unidades em 2014. Mas eles perderão o status de ser os protagonistas da computação.

“A  maioria das pessoas vai usar computadores portáteis e com telas sensíveis ao toque, como smartphones e iPads”, diz  Nicholas Carr, jornalista americano e autor do livro A grande mudança, que defende a tese de que a tecnologia se transformará em um serviço público, assim como a energia elétrica.

“Mas os PCs, tanto os laptops como os desktops, continuarão a ser úteis para certas tarefas que exigem grandes telas e teclados tradicionais.” Esse é o ponto crucial. O CD não desapareceu com o surgeimento do pen drive, mas passou a ser um produto de nicho. O mesmo vai acontecer com o nosso querido PC.

Segundo Jeffrey Cole, diretor do Centro para o Futuro Digital da University of Southern California  “Grande parte das pessoas quer surfar na internet, checar e-mails ou interagir nas redes sociais. Para isso, elas não precisam de um PC”. A regra dessa nova era é a mobilidade e a conexão total com a internet de qualquer lugar a qualquer hora.

Os tablets levam este conceito às últimas consequências, com a vantagem de ter uma tela bem maior e ainda permite fazer tudo com o toque dos dedos, sem a necessidade de um mouse ou um teclado, com isso esta fazendo fieis como José Papa Neto  diretor de novos negócios da rede de tevê esportiva ESPN, ma ele não esqueceu ainda do desktop, mas agora só passa 10% de seu tempo com ele. “Sou um fervoroso usuário de Blackberry e do iPad”, diz ele. “Nas viagens curtas, só levo o iPad.”

O comportamento deste executivos demonstra uma  tendência que acontece com quem usa um tablet. O computador vai ficando de lado, esquecido. E o motivo é simples: eles substituem a maioria das tarefas que um usuário comum faz no dia a dia. O que é surpreendente, é que eles estão encontrando também um espaço dentro das empresas mais rápido do que se imaginava, pois a maioria dos modelos ainda não possuem conexão de rede lan, ou entrdas usb.. Observe mais uma vez o exemplo da Galderma, cuja operação brasileira fatura R$ 250 milhões.

Visitar médicos faz parte do DNA da indústria farmacêutica. Até hoje, isso é feito com material de papel. “Tentamos usar notebooks, mas eles são pesados, demoram a ligar e sempre travam”, alega Márcio Rodrigues, diretor de marketing da companhia. Desde o lançamento do iPad, a empresa importou seis máquinas, desenvolveu um aplicativo próprio e foi a campo testar o aparelho.

A verdade é que nosso querido PC, esta perdendo força, alem dos tablets  a computação nas nuvens esta deixando nosso amigo cada vez mais irrelevante.

Fonte Isto é Dinheiro.


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4 Comentários
  1. icaro Diz

    No dia que um tablet conseguir fazer um cluster bem isso vai demorar uns 200 anos, então vamos à uma aplicação que precise de menos desempenho, como rederização de imagens ou edição de videos em HD tablets precisam avoluir muito para poder matar pcs, os tablets matam os pcs de usuários comuns que utilizam menos de 10% da capacidade de um PC de médio desenpenho ou seja usuários de Twitter, Facebook e derivados, usuáriosavançados que trabalham com aplicaçoes que necessitam de um processamento de alto desempenho não trocam tablet por um bom pc e no dia que se conseguir manter um Data WareHouse apenas com tablets meu amigo estamos tratando de Cloud Computing e Computação Quântica ou sejá nem tão cedo ou nem mesmo nesse milênio

  2. Rafael Felix Diz

    Cara, a morte dos PCs está sendo anunciada no mínimo a 10 anos atrás, e eles ainda estão aí, firmes e fortes, duvido que os tablets vão tirar eles da jogada, existe espaço pra todo mundo.

  3. Leonardo Diz

    Por mim, continuo com os computadores… =D

  4. Leonardo Diz

    Ah, esqueci de dizer, se acontecer a tal "morte dos pcs", como iremos jogar? -.-'

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