Radares da cidade de São Paulo ainda tem câmeras com filme

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Talvez algumas pessoas que estão lendo essa noticia sequer tiveram uma câmera analógica (com os antigos filmes), mas na principal cidade do pais, a cidade de São Paulo, ainda se usa câmeras com rolos de filmes para identificar motoristas infratores.


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25% dos radares da cidade usa máquinas fotográficas analógicas. Fabricados há duas décadas, eles fiscalizam o avanço de sinal vermelho e a invasão a faixas de ônibus. Esses aparelhos funcionam com um sensor que dispara a câmera quando o veículo entra na área proibida.

Mas como as máquina antigas os raderes tem limite de 36 fotos. Ou seja, quando essa quantidade é atingida, ficam inoperantes até que o rolo de filme seja trocado. São os únicos radares da cidade que pertencem à CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) –os outros são alugados de empresas.

Eles deveriam ter sido aposentados em 2011, mas a gestão Gilberto Kassab (PSD) acabou renovando os contratos com as duas empresas responsáveis pela troca e revelação dos filmes.

Neste ano, a administração de Fernando Haddad (PT) também renovou até outubro os contratos, por R$ 100 mil no total. Incluiu, porém, a possibilidade de rescisão.

Para retirar o filme já batido e substituí-lo por outro, uma das empresas precisa passar ao menos duas vezes por dia em cada um dos 156 radares analógicos sob seus cuidados. São oito equipes que checam os aparelhos e trocam os filmes das câmeras, fornecidos pela CET, quando necessário.

Outra companhia é paga para recolher os filmes na CET, revelar as fotos e entregá-las para o processamento das multas. Tudo em até 24 horas. No ano passado, foram reveladas cerca de 216 mil imagens, mas elas renderam só 23 mil multas, isso porque a tecnologia ultrapassada faz com que muitas fotos sejam descartadas por baixa qualidade.

Com informação da Folha.com

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